— Psicanálise de orientação lacaniana
A experiência de inventar-se
e inventar o mundo.
A análise inscreve o homem em sua duração mortal.— Radmila Zygouris
Sou psicanalista de orientação lacaniana, formado pelo Centro de Estudos Psicanalíticos, e participante das Formações Clínicas do Fórum do Campo Lacaniano de São Paulo.
Uma análise é uma aposta radical na fala. Muitos dos nossos sofrimentos são produzidos nas tramas da linguagem e é pela própria palavra que podem ser desenredados. Mais radicalmente ainda, o mundo em que vivemos é tecido por discursos que nos antecedem e nos determinam. Somos atravessados por histórias que começaram antes de nós e que continuam a nos constituir. De algum modo, nos tornamos mestres em repeti-las. Reeditamos os mesmos enredos na esperança de atender uma demanda indefinida, até que, se tivermos sorte, algo falha, tropeça, escapa ao controle. Neste momento o que haveria de mais interessante do que buscar um lugar onde se possa falar daquilo que já não funciona?
Sustentar essa experiência de fala até suas consequências é o objetivo de uma análise. E implica questionar as ficções que organizam a imagem que construímos de nós mesmos. A análise não confirma identidades; ela as interroga. No limite, permite que o sujeito se desprenda da dependência do olhar do outro e consinta, quem sabe, em ocupar seu lugar singular.
Atendo presencialmente em São José dos Campos e também online, para falantes de português.
Um psicanalista é alguém, fundamentalmente, que sabe por experiência que não é necessário se defender contra algo que é impossível.— Contardo Calligaris
O espaço analítico se constitui onde há disponibilidade para escutar e ser escutado.
Sessões realizadas em São José dos Campos — SP.
Sessões por videochamada para falantes de português em qualquer parte do mundo.
O espaço analítico é um espaço em que os analisandos já não sabem o que dizem ou mesmo o que buscam, mas depositam sua confiança na capacidade do inconsciente para guiá-los. É um espaço de desejo, na medida em que o desejo é uma pergunta.— Bruce Fink